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Como o mindful eating pode ajudar a melhorar sua autoestima

A técnica da atenção plena ajuda a restabelecer uma relação saudável entre corpo e mente   
Unsplash

Já está tão acostumada a brigar com a balança que nem acredita mais em uma solução? Te convidamos a experimentar o mindful eating! Com uma proposta diferente das estratégias de emagrecimento que contam calorias, o mindful eating não é uma dieta. A técnica incentiva uma alimentação consciente, a reconexão entre corpo e mente e, consequentemente, uma atitude de maior compaixão em relação a si mesmo – o que ajuda diretamente a fortalecer o amor próprio. 

Por que dietas restritivas não funcionam

Apesar de parecerem eficazes em um primeiro momento, as dietas muito restritivas não são sustentáveis por muito tempo e costumam causar o famoso “efeito sanfona”. Em poucas semanas, você emagrece, mas, na mesma rapidez que os quilos extras vão embora, eles logo voltam novamente. Começa um ciclo que, em alguns casos, se torna vicioso – você vira refém de dietas.

Além de não ser bom para a saúde, esse quadro gera uma insatisfação com a imagem que vemos no espelho e uma sensação de fracasso – afinal, não tem nada mais frustrante do que comemorar os quilinhos perdidos e, logo em seguida, ganhá-los novamente. Na era das selfies, em que tudo parece girar em torno da aparência, nem precisamos dizer como isso acaba minando nossa autoestima, né?

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O que é mindful eating

Criado a partir do mindfulness, as técnicas de mindful eating buscam aplicar o foco no momento presente também na alimentação. A ideia é que, ao fazer as refeições com mais calma, concentração e gentileza, você se torne mais conectada com seu corpo, percebendo melhor os sinais de fome e saciedade.

Mindful eating e autoestima

Um dos componentes essenciais da técnica é a compaixão. “O mindful eating propõe que você cuide mais de si mesma. Isso significa procurar se ouvir para fazer melhores escolhas na hora de comer”, explica a nutricionista comportamental Manoela Figueiredo, coautora do livro “Mindful Eating: Comer com atenção plena” (R$ 28, Ed. Abril). 

Além disso, a técnica também faz um resgate do amor próprio. Estimula que você se ame e aceite seu corpo como ele é agora – e não só quando a barriga estiver chapada. “A ideia é que você se veja como um todo, entendendo que esses quilos a mais também são parte de você e, por isso, precisam ser honrados”, completa Vera Salvo, do Centro Paulista de Mindfulness (CPM)

Um dos exercícios mais usados para ajudar na construção da autoestima é falar consigo mesma como se você falasse com uma amiga. Se uma colega sua tivesse a mesma queixa que você tem agora e, por exemplo, te dissesse “Meu corpo é horrível, eu sou feia”, o que você responderia para ela? Com certeza, você buscaria pontos positivos da sua amiga para ressaltar. Responderia que ela tem pernas lindas, um cabelo maravilhoso… Por que não buscar seus próprios pontos fortes?

Então, já sabe: dá próxima vez que se deparar com um espelho, procure olhar seu corpo com carinho, aceitando até as partes que não te agradam tanto (sim, até as estrias e a celulite!), e ouvir o que ele tem a dizer. O exercício parece simples, mas já faz uma grande diferença!

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